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Infraestruturas de Investigação

Roteiro das Infraestruturas de Investigação

Em destaque

16.05.2016 - Estão abertas as candidaturas a financiamento das Infraestruturas de Investigação que integram o Roteiro Nacional. As 39 infraestruturas incluídas no Roteiro devem submeter uma candidatura no Portal Balcão 2020, de acordo com as instruções publicadas no Aviso de Abertura. Mais informação no website do Portugal 2020.

11.03.2016 - O Roteiro ESFRI (European Strategic Forum on Research Infrastructures) 2016 inclui 21 projetos ESFRI. Leia o Relatório Estratégico aqui.

16.12.2014 - Resultados do Concurso para criação de um Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação:
Resumo dos resultados
(pdf) | Lista de classificação final (xlsx)

A FCT apoia infraestruturas de investigação de interesse estratégico, que sustentem avanços científicos e tecnológicos e reforcem a capacidade da comunidade de I&D em Portugal, por forma a fomentar a sua participação ativa em projetos europeus e internacionais.

Por “Infraestrutura de Investigação” entende-se as plataformas, recursos e serviços associados, que as comunidades científicas utilizam para desenvolver investigação de ponta e inovação em áreas científicas específicas, desde as Ciências Sociais, às Engenharias e às Ciências da Vida. Inclui equipamento científico de grande porte, conjuntos de instrumentos científicos, coleções e outros recursos baseados no conhecimento, arquivos e dados científicos, sistemas computacionais e de programação, redes de comunicação que promovam o acesso aberto digital, bem como outras infraestruturas de natureza única essenciais para atingir a excelência na investigação e na inovação.

Fulcral para qualquer Infraestrutura de Investigação é a capacidade de prestar serviços às comunidades científica, educacional, empresarial e industrial.

Com este objetivo, a FCT lançou, em 2013, um concurso para a criação do Roteiro Nacional das Infraestruturas de Investigação de Interesse Estratégico (RNIE). O concurso lançado pela FCT permitiu mapear e avaliar as infraestruturas de investigação nacionais, identificar áreas prioritárias de interesse nacional e incluir Portugal no grupo de países europeus que têm produzido os seus roteiros nacionais, alinhados com o Fórum Estratégico Europeu para as Infraestruturas de Investigação (ESFRI, em inglês), criado em 2002.

São 40 as infraestruturas incluídas no Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação de Interesse Estratégico para 2014-2020. O processo de criação e apoio às infraestruturas do Roteiro engloba três fases:

  • 1ª Fase (terminada) – Concurso Nacional para seleção de infraestruturas de investigação a incluir no RNIE e criação de uma base de dados de infraestruturas de investigação em Portugal.
  • 2ª Fase – Financiamento (2014-2020) das infraestruturas que integram o RNIE.
  • 3ª Fase – Revisão e atualização periódica do RNIE (primeira revisão prevista para 2016).
  • Próximas fases, revisão e atualização do Roteiro

    A implementação do Roteiro e a sua revisão devem ter em conta um mapeamento detalhado das necessidades, ofertas e lacunas existentes nas diferentes áreas científicas, no pressuposto de que as infraestruturas de investigação devem assegurar os meios necessários à realização de investigação de elevada qualidade e internacionalmente competitiva.

    Para a realização desta análise, a FCT promoverá a criação de grupos de trabalho correspondentes a cada uma das áreas temáticas do concurso do RNIE. Estes grupos de trabalho articularão de forma estreita as suas atividades com um Comité de Acompanhamento das Infraestruturas de Investigação internacional, especialmente designado para acompanhamento da implementação do Roteiro.

    Os relatórios das atividades dos grupos de trabalho e os pareceres do Comité de Acompanhamento serão tomados em consideração na próxima revisão/atualização do RNIE a qual deverá acontecer previsivelmente em 2016.

    Os contributos de toda a comunidade científica são críticos para o processo de revisão do Roteiro. A FCT assume o compromisso de apoiar as equipas na elaboração de novas candidaturas a concurso, em resultado do trabalho que vier a ser efetuado pelos grupos de trabalho e dos pareceres do Comité de Acompanhamento.