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Notícias

11-07-2014

Declaração sobre Avaliação de Unidades de I&D 2013

Na sequência de notícias que têm vindo a público recentemente e ainda alguns comentários e opiniões recebidos por outros meios a FCT reafirma o seguinte:

- A sua total confiança na robustez do exercício de avaliação das Unidades de Investigação atualmente em curso. A avaliação das unidades de investigação levada a cabo pela FCT em colaboração com a European Science Foundation (ESF) corresponde a um exercício de avaliação regular, previsto na Lei e que decorre como planeado e divulgado, quer do ponto de vista dos procedimentos quer do ponto de vista do calendário anunciado;

A ESF reitera, no seu site, a robustez e elevados padrões de exigência do exercício de avaliação.

- O exercício de avaliação decorre com total transparência, rigor, isenção e no cumprimento das melhores práticas internacionais que a FCT preconiza e que a ESF tem extensamente descrito e aplicado em numerosos exercícios de avaliação;

- O regulamento do concurso foi sujeito a consulta pública e foi amplamente discutido, incorporando propostas de organizações e membros  da comunidade científica. Os guiões de avaliação e candidatura são públicos desde o inicio do concurso e explicitam, de forma detalhada, os critérios  de avaliação que foram escrupulosamente cumpridos;

- A FCT rejeita de forma veemente qualquer interferência, direta ou indireta, no processo de avaliação que foi acompanhado de perto pela ESF;

- Os membros dos painéis de avaliação foram selecionados pela ESF obedecendo aos mais exigentes critérios de mérito científico e experiência comprovada em exercícios de avaliação semelhantes;

- Decorre, nesta data, o período de Audiência Prévia, para as unidades que não passam à segunda fase de avaliação, podendo os coordenadores das unidades contestar erros ou equívocos que possam subsistir nos relatórios de consenso transmitidos pelos painéis de avaliação;

- A FCT está a acompanhar de perto o exercício de Avaliação das Unidades 2013, tendo reafirmado o seu empenho em colaborar com as unidades que não foram propostas para passar à segunda fase de avaliação, de modo a identificar as soluções mais adequadas à definição da sua estratégia futura.

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