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Pulido Valente

Prémios Apoiados

Prémio João Monjardino 2021

Relação Médico-Doente: medicina personalizada e/ou medicina narrativa?

A partir de 2021, ao abrigo do novo protocolo entre a FCT e a Fundação Professor Francisco Pulido Valente, será atribuído o Prémio João Monjardino que substitui o anterior Prémio Pulido Valente Ciência que teve a sua última edição em 2020.

Âmbito e Destinatários

Documentos de Apoio:

Datas Importantes

  • Submissão de candidaturas: 15 de julho a 12 de outubro 2021, 17:00H (hora de Lisboa)

O Prémio visa distinguir o melhor artigo publicado sob o tema “Relação Médico-Doente: medicina personalizada e/ou medicina narrativa?” (ver nota final) sem restrição do ano de publicação, que descreva os resultados da investigação realizada por um/a investigador/a com menos de 35 anos à data de apresentação da candidatura, numa instituição do sistema científico e tecnológico nacional.

É admitido a concurso um único trabalho original por candidato/a, publicado ou aceite para publicação, com a aceitação devidamente comprovada, em revista nacional ou estrangeira da especialidade, no qual seja primeiro/a autor/a ou coautor/a (desde que seja reconhecido na publicação como tendo contribuição idêntica à do primeiro autor/a).

Financiamento

O montante deste Prémio é de 10.000 EUR (dez mil euros), comparticipado em partes iguais pelas duas Fundações e atribuído numa prestação única.

Apresentação de Candidaturas

As candidaturas devem ser apresentadas entre o dia 15 de julho de 2021 e as 17 horas do dia 12 de outubro de 2021, através do preenchimento de formulário eletrónico próprio disponível aqui.

No formulário de candidatura devem ser carregados os seguintes documentos:

  • Cartão do cidadão do/a candidato/a;
  • Carta do chefe do grupo de investigação, em língua inglesa, confirmando que a investigação foi realizada no seu laboratório, teve o seu conhecimento e aprovação da candidatura. A carta deverá conter igualmente informação sobre a contribuição do/a candidato/a para o trabalho publicado, ou aceite para publicação;
  • Comprovativo de aceitação da publicação do artigo científico proposto, caso o mesmo não se encontre ainda publicado.

Avaliação

A avaliação é efetuada por um Júri constituído por:

  • Luís Campos (Presidente)
    Diretor do Serviço de Medicina do HSFX/CHLO
    Professor Auxiliar convidado da NOVA Medical School
    Presidente da Comissão de Qualidade e Assuntos Profissionais da EFIM
  • Miguel Xavier
    Professor Catedrático de Psiquiatria
    Sub-Director - Presidente do Conselho Científico
    Faculdade Ciências Médicas | NOVA Medical School | UNL
  • Carlos Vasconcelos
    Diretor da Unidade de Imunologia Clínica (UIC) do Hospital de Santo António, no Porto, e Professor Catedrático Convidado do ICBAS
  • Isaura Tavares
    (em representação da Fundação para a Ciência e a Tecnologia)
    Professora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto
    Membro da equipa do Grupo de Estudos e Reflexão em Medicina Narrativa (GERMEN)
  • João Lavinha
    (em representação da Fundação Francisco Pulido Valente)
    Presidente do Conselho Consultivo da Fundação Professor Francisco Pulido Valente
    Investigador Principal aposentado
    Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge

Dois especialistas suplentes (a indicar brevemente)

As candidaturas são avaliadas segundo os seguintes critérios:

  • Qualidade científica do artigo;
  • Pertinência do estudo e relevância dos resultados obtidos no âmbito do tema do concurso;
  • Contributo do/a candidato/a para o trabalho publicado, ou aceite para publicação

Resultados

O projeto de resultados da avaliação serão divulgados nesta página.

A decisão final será comunicada por e-mail aos candidatos/as

Informações

Nenhuma informação publicada nesta página substitui ou se sobrepõe ao Regulamento.

Nota Final

A medicina personalizada é um modelo de prática médica que integra a caracterização fenotípica e genotípica do indivíduo, ou seja, inclui dados sociodemográficos, ambientais e de estilos de vida e informação clínica, imagiológica e genética, na estimativa da predisposição individual para uma doença e na definição de estratégias preventivas e terapêuticas para cada indivíduo (Comissão Europeia).

A medicina narrativa é um modelo de prática e atitude intelectual que permite aos médicos olhar para lá dos mecanismos biológicos no cerne das abordagens convencionais à prática médica, e abarcar domínios de pensamento e modos de dizer que se focalizam na linguagem e na representação, nas emoções e nas relações que iluminam a prática dos cuidados de saúde (Brian Hurwitz).