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Sobre a FCT

Principais linhas de ação

Financiamento à ciência

A evolução do financiamento da FCT em cada área de intervenção no período 2015 a 2019 está disponível em gráfico.

Gráfico: Evolução do Investimento por área de atuação, entre 2015 e 2019 em M€

A FCT atribui financiamento a diferentes tipos de atividades e através de vários instrumentos: projetos de investigação, formação avançada, emprego científico, unidades de investigação, cooperação internacional.

A maior parte do financiamento atribuído pela FCT é plurianual. O valor executado em cada ano reflete assim os financiamentos atribuídos em anos anteriores. Da mesma forma, os financiamentos atribuídos através dos concursos abertos em 2019 irão refletir-se na execução dos anos seguintes.

Projetos de investigação

Em 2019 o investimento da FCT a projetos correspondeu aproximadamente a 83M€. A FCT, no fim de janeiro de 2020, abre um novo processo de candidaturas ao concurso regular de projetos de I&D em todos os domínios científicos.

Formação avançada

A FCT apoia cerca de 5560 bolseiros de doutoramento, de pós-doutoramento e com outros tipos de bolsa. Em 2019, as bolsas de formação avançada representaram um investimento de 98M€. O número de bolsas de pós-doutoramento tem diminuído nos últimos 3 anos com a sua progressiva substituição por contratos de emprego científico ao abrigo do Decreto-Lei 57/2016, alterado pela Lei 57/201, refletindo melhores condições de trabalho para os investigadores doutorados.

Emprego Científico

O Emprego Científico ganhou um novo impulso com a criação do regime legal de contratação de doutorados criado pelo Decreto-Lei 57/2016, alterado pela Lei 57/2017. Pretende-se estimular o emprego científico e tecnológico em todas as áreas do conhecimento, promover o rejuvenescimento das instituições e valorizar as atividades de investigação científica, de desenvolvimento tecnológico, de gestão e de comunicação de ciência e tecnologia. As entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SCTN) dispõem assim de um novo mecanismo de estímulo à contratação e de integração institucional de investigadores doutorados, permitindo múltiplas parcerias e formas colaborativas com o tecido económico e produtivo, social ou cultural. O Concurso de Estímulo ao Emprego Científico – Individual teve até 2019 duas edições, que no total atribuíram 800 contratos a investigadores doutorados. A FCT apoia também a implementação da Norma Transitória do DL 57/2016 nas instituições. Em 2019, os contratos de emprego científico representaram um total executado de 103M€. O número de contratos de emprego científico e respetivo valor de investimento irão continuar a aumentar nos próximos anos.

Em dezembro de 2017, foi aberto o primeiro Concurso de Estímulo ao Emprego Científico – Individual para atribuição de 500 contratos a investigadores doutorados. A FCT apoia também a implementação da Norma Transitória do DL 57/2016 nas instituições.

Em 2017, estavam em execução cerca de 670 contratos de emprego científico e foi executado um valor total de 43M€. Os projetos exploratórios associados a contratos de investigadores e as cátedras financiadas pela FCT correspondem a um financiamento de 6M€. O número de contratos de emprego científico e respetivo valor de investimento irão aumentar substancialmente nos próximos anos.

Instituições de investigação

A FCT financia diretamente 307 Unidades de I&D, que reúnem mais de 26000 investigadores doutorados. O financiamento a Unidades de I&D e Laboratórios Associados foi de 122M€ em 2019, o que representou um aumento de 58% face ao valor transferido em 2018. Os resultados do Exercício de Avaliação de Unidades de I&D 2017/2018 foram apresentados em 2019 e o processo encontra-se em fase de conclusão.

Cooperação Internacional

A FCT assegura parcerias internacionais no âmbito da iniciativa “GoPortugal – Global Science and Technology Partnerships Portugal”, valorizando a participação da comunidade científica nacional em programas de investigação bilaterais e multilaterais, e as contribuições para organizações científicas internacionais (como o CERN, a ESA, a EMBO e o EMBL), num investimento de 60M€ em 2019.

(Última atualização: janeiro 2020)