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11-09-2020

Six new ERC grants awarded to Portuguese scientists

(Only available in Portuguese)

O Conselho Europeu de Investigação (European Research Council – ERC) atribuiu mais seis novas bolsas num valor total de 11,1 milhões de euros a investigadores portugueses que desenvolvem a sua atividade científica em Unidades FCT. Estas bolsas, denominadas Starting Grants, destinam-se a investigadores em início de carreira, com 2 a 7 anos. Na recente lista de resultados divulgados, este programa atribuiu um total de 677 milhões de euros a 436 cientistas europeus. As bolsas têm a duração de cinco anos e permitem aos galardoados, de diferentes áreas científicas, formarem os seus próprios grupos de investigação para o desenvolvimento do seu projeto aprovado para financiamento. 

Os investigadores e projetos nacionais contemplados no Concurso Starting Grants 2020 são:

Ricardo Agarez, do Centro Interdisciplinar de História Culturas e Sociedades da Universidade de Évora, com o projeto ReARQ.IB - Built Environment Knowledge for Resilient, Sustainable Communities: Understanding Everyday Modern Architecture and Urban Design in the Iberian Peninsula (1939-1985), que pretende centrar-se na readequação e revalorização de edifícios existentes em detrimento da nova construção, poupando recursos económicos e materiais.

Elias Barriga, da Fundação Calouste Gulbenkian, com o projeto MOVE_ME: Mechanical and Electrical Guidance of Collective Cell Migration in vivo;

Sónia Cruz, do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da Universidade de Aveiro, com o projeto KleptoSlug - Kleptoplasty: The sea slug that got away with stolen chloroplasts, que se centra no processo de cleptoplastia em lesmas do mar da ordem Sacoglossa;

Bárbara Gomes, do CIBB (Center for Innovative Biomedicine and Biotechnology) da Universidade de Coimbra, com o projeto EOLinPLACE - Choice of where we die: a classification reform to discern diversity in individual end of life pathways, um estudo sobre as experiências dos cidadãos em relação ao local onde preferem morrer e onde realmente morrem;

Albino Oliveira Maia, da Fundação Champalimaud, com o projeto CalorieRL: Reinforcement learning from post-ingestive calories: from body to brain in health and disease, que vai investigar a escolha alimentar em humanos;

Paulo Rocha, da Universidade de Coimbra, com o projeto GREEN: Generating Energy from  Electroactive Algae, que visa a geração de energia limpa e sustentável através da comunicação entre algas;

Filipe Calvão, investigador português a trabalhar no Institut de Hautes Etudes Internationales et du Developpement, na Suíça, com o projeto SYNTHLIVES - Synthetic Lives: The Futures of Mining.

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